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Relatório "Caminhos para o Plano de Transformação Ecológica" é entregue ao ministro Fernando Haddad
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ABRAINC participou de diversas reuniões da Força-Tarefa Voluntária para elaboração de material que indica meios para atingir objetivos do Plano do Governo Federal
O relatório Caminhos para o Plano de Transformação Ecológica do Brasil foi preparado por meio de uma parceria entre o Instituto AYA e a Systemiq, como parte da Força-Tarefa Voluntária para apoiar o Plano de Transformação Ecológica do Governo Federal. Coordenado pelo Ministério da Fazenda, o Plano busca aumentar o emprego e a produtividade, garantir sustentabilidade e justiça social. São seis eixos: finanças sustentáveis, economia circular, adensamento tecnológico, bioeconomia, transição energética e nova infraestrutura verde e adaptação à mudança do clima.

O relatório foi entregue ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a COP 28. Para elaboração do material, foram ouvidos especialistas, instituições, agências governamentais e organizações, entre elas a ABRAINC, que contribuíram significativamente para a produção do material, através de workshops, entrevistas individuais, preenchimento de formulários e mesas-redondas, que identificaram as especificidades de cada um dos setores econômicos considerados.
A metodologia da Força-Tarefa foi ancorada em três pilares-chave: engajamento de partes interessadas e especialistas, utilização de evidências e dados disponíveis, e desenvolvimento de análises de cenários orientadas por tomada de decisão por consentimento.
O relatório conclui que a Transformação Ecológica do Brasil representa uma oportunidade única para o desenvolvimento econômico, social e restauração da natureza, tanto para o país quanto para o mundo, representando uma mudança real para o Brasil restabelecer uma agenda de desenvolvimento necessária.
O PIB do país poderia aumentar entre US$ 230 a 430 bilhões até 2030, e o número líquido de empregos e oportunidades de inclusão produtiva poderia chegar a 7,5 a 10 milhões. O Brasil também poderia atingir a neutralidade de carbono antes de 2050, seu compromisso atual.
Para que esse potencial se concretize, o Brasil precisaria aumentar os investimentos, criar um ambiente propício para o desenvolvimento de negócios e gerar o ímpeto para difundir a agenda em toda a sociedade.
Redação ABRAINC, com informações da AYA
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