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1 de dezembro de 2025

Mercado de trabalho avança: desemprego recua e país cria 85 mil novas vagas formais em outubro

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O desemprego no Brasil caiu para 5,4% no trimestre encerrado em outubro e atingiu o menor patamar da série histórica, que iniciou em 2012, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE na sexta-feira (28/11).

A taxa de desocupação no trimestre móvel de agosto a outubro de 2025 caiu para 5,4%, um recuo de 0,2 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre móvel anterior (5,6%) e de 0,8 ponto percentual frente ao mesmo trimestre móvel de 2024 (6,2%).

O total de trabalhadores no Brasil permaneceu estável, em 102,5 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação – pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar – ficou em 58,8%.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.528) registrou estabilidade em relação ao trimestre encerrado em julho e crescimento de 3,9% no ano.

O setor da Construção fechou o trimestre com 7,568 milhões de trabalhadores ocupados, um crescimento de 0,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, demonstrando a resiliência e a relevância contínua da atividade para a economia nacional.

Caged: Brasil cria 85 mil empregos formais em outubro
Foram divulgados também na última semana, pelo Ministério do Trabalho e Emprego, os dados do Novo Caged. A economia brasileira gerou 85,1 mil empregos formais em outubro deste ano. O resultado representa um recuo de 35% em relação a outubro do ano passado, quando foram criados cerca de 131,6 mil empregos com carteira assinada.

No acumulado de 2025, de janeiro a outubro, foram abertos 1,8 milhão de empregos formais no país. O número representa queda de 15% na comparação com o mesmo período de 2024.

Construção registra abertura de 12% das novas vagas formais de emprego no ano
No setor da Construção, o saldo de outubro foi negativo em 2.875 vagas. Ainda assim, o acumulado do ano segue expressivo: 214.717 vagas foram abertas entre janeiro e outubro pelo setor, o equivalente a 12% de todo o saldo nacional.

Ao final de outubro, a Construção empregava 3.072.024 trabalhadores com carteira assinada no país, reforçando sua posição como um dos maiores empregadores do país.

Redação ABRAINC

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