ABRAINC NEWS

3 de junho de 2024

Pesquisa ABRAINC sobre mercado imobiliário de luxo no RJ é destaque no Valor Econômico

Compartilhar:

O mercado imobiliário de luxo e superluxo no Rio mantém o ciclo de crescimento e valorização dos últimos quatro anos. O VGV do segmento registrou 70% de aumento em 2023: R$ 763 milhões contra R$ 450 milhões em 2022. A valorização dos imóveis chegou a 11% no ano passado.

O preço médio do metro quadrado em bairros da Zona Sul e na Barra da Tijuca superou os preços do sofisticado Leblon, tido como o mais valorizado da cidade: R$ 22.570. A participação média do mercado de luxo no VGV lançado foi de 14% (6% a mais que em 2022), e o número de unidades lançadas cresceu 70%.

Os dados são de levantamento realizado pela ABRAINC com dados do Geobrain, e divulgado com exclusividade para o Imóveis de Valor.

A procura dos investidores por apartamentos que ofereçam luxo, exclusividade e localização privilegiada elevou Ipanema ao status de bairro mais valorizado do mercado carioca — o valor médio do metro quadrado alcançou R$ 35 mil. A Barra, com R$ 25 mil o metro, e a Gávea, com R$ 22 mil, também se destacaram na pesquisa.

Presidente da ABRAINC, Luiz França, avalia que a valorização de bairros como Ipanema, Gávea e Barra é resultado de uma conjunção de fatores como aumento de demanda e limitação da oferta em razão da escassez de terrenos, especialmente na Zona Sul. “O mercado do Rio é pujante, e os números apontam um cenário promissor. São dados que evidenciam o dinamismo do segmento de luxo na cidade.”

Marcelo Gonçalves, sócio e consultor da Brain, chama a atenção para o fato de o mercado de luxo carioca ter se desenvolvido de forma global, com resultados positivos em todos os vetores de crescimento. “A representatividade do luxo e do superluxo também aumentou de um ano para o outro”, observa.

Para ele, a escassez da oferta cria oportunidades de mercado tanto para os compradores como para as construtoras. Mas adverte: o Rio tem hoje o menor estoque da série histórica. “Falando hipoteticamente, se a partir de hoje não houvesse nem um único lançamento, o estoque de unidades de alto padrão seria consumido em seis meses ou menos. A despeito da redução de lançamentos, as vendas estão aquecidas.”

Fonte: Valor Econômico

Compartilhar:

Notícias relacionadas

8 de outubro de 2026

Incorpora ABRAINC 2026 reúne 700 participantes para debater crédito imobiliário, reforma tributária e mudanças no perfil do comprador

Luiz França (ABRAINC), Tar

Categoria:
6 de outubro de 2026

Governador Tarcísio de Freitas confirma participação no Incorpora ABRAINC 2026

Ev

Categoria:
2 de outubro de 2026

STJ aprova novas regras para cobrança de custas judiciais

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou novas regras para o cálculo das custas judiciais, que passam a valer em 1º de janeiro de 2027. Com a

Categoria:
28 de setembro de 2026

ABRAINC participa de encontro com presidente Lula e representantes do setor produtivo

Categoria: