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Pesquisa ABRAINC indica tendência de retorno ao trabalho presencial nos escritórios administrativos do setor
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A ABRAINC realizou, entre os dias 14 e 16 de julho, pesquisa sobre a reabertura dos escritórios administrativos de suas associadas para apontar quais são as tendências das empresas no cenário pós-pandemia. Além de perguntas sobre o funcionamento dos escritórios, a pesquisa aborda temas como a avaliação da experiência do home office e quais funções poderiam ser exercidas de forma remota. Os resultados foram baseados em 27 respostas de associadas ABRAINC. Das empresas participantes, 63% responderam que seus escritórios administrativos já reabriram totalmente, 26% voltaram às atividades presenciais parcialmente e 11% acreditam que o retorno deve acontecer até o fim do ano.
Ao serem perguntadas sobre as ações tomadas ou a serem implementadas para o retorno dos funcionários, 67% das empresas que já voltaram ao presencial responderam que passaram a contar com maior distanciamento entre as estações de trabalho. Das respondentes que retornaram parcialmente, 41% pretendem realizar testes regulares de covid-19 e outras 41% consideram o retorno gradual dos funcionários como medida eficaz. E das empresas que preveem o retorno até o final do ano, 11% esperam o retorno dos funcionários com a 1ª dose e outros 11% aguardam a reabertura dos escritórios após a imunização completa dos colaboradores.
Reabertura e retorno dos funcionários

Pós-pandemia - Sobre a manutenção e mudança dos escritórios após a pandemia, 59% das empresas disseram que não vão reduzir o espaço atual, 22% pensam em ampliar a área e outros 19% consideram reduzir o ambiente do escritório em até 20%.Após o término da pandemia, a maioria das empresas participantes (44%) não pretende adotar o home office para o escritório administrativo. Quanto aos demais, 26% pretendem fazer rodízio constante de colaboradores, 22% apostam que algumas funções ficarão permanentemente em home office, e 7% pretendem manter essa possibilidade apenas um dia por semana.
As empresas participantes também avaliaram as funções que não podem ficar em home office permanentemente, entre elas: engenharia (100%); comercial (93%); novos negócios (81%); diretoria (81%); recursos humanos (74%); presidência (74%); projetos (63%); produto (63%); financeiro (59%); TI (56%); suprimentos (56%); relacionamento com cliente (56%); marketing (56%); secretariado (52%) e administrativo (44%).
Já as funções que podem ficar em home office de forma contínua, segundo a pesquisa, são: financeiro (33%); administrativo (33%); TI (30%); relacionamento com cliente (30%); projetos (22%); suprimentos (19%); recursos humanos (11%); produto (11%); marketing (11%); e novos negócios (4%).
Sobre avaliação do home office e os novos hábitos, 56% das empresas consideram como uma experiência positiva, 30% como neutra e 15% negativa. Com relação aos hábitos adotados na pandemia e que devem ser mantidos, as respondentes apontaram: venda online (78%); redução no número de viagens (74%); reuniões com grande número de pessoas de forma virtual (67%); realização de eventos virtuais (56%); espaçamento das estações de trabalho (44%); redução no número de visitas offsite (30%); home office permanente em alguns dias por semana (30%); rodízio de trabalhadores na sede física (26%); e estações de trabalho compartilhadas (22%).
Para o presidente da ABRAINC, Luiz França, o levantamento sinaliza o cenário atual e futuro das empresas do setor e ajuda a prever investimentos e adequações.
“Já era esperada uma mudança importante após o avanço da vacinação em todo o País. Os empresários precisam estar preparados para essas transformações e para a retomada do mercado como um todo”, afirma.
Mais Informações
FSB Comunicação
Luciana Ferreira
lucianaferreira@hotmail.com
(11) 99610-6498
Flávio Simonetti
flavio.simonetti@fsb.com.br
(11) 99393-2161
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