ABRAINC NEWS

26 de julho de 2021

Pesquisa ABRAINC indica tendência de retorno ao trabalho presencial nos escritórios administrativos do setor

Compartilhar:

A ABRAINC realizou, entre os dias 14 e 16 de julho, pesquisa sobre a reabertura dos escritórios administrativos de suas associadas para apontar quais são as tendências das empresas no cenário pós-pandemia. Além de perguntas sobre o funcionamento dos escritórios, a pesquisa aborda temas como a avaliação da experiência do home office e quais funções poderiam ser exercidas de forma remota. Os resultados foram baseados em 27 respostas de associadas ABRAINC. Das empresas participantes, 63% responderam que seus escritórios administrativos já reabriram totalmente, 26% voltaram às atividades presenciais parcialmente e 11% acreditam que o retorno deve acontecer até o fim do ano.


Ao serem perguntadas sobre as ações tomadas ou a serem implementadas para o retorno dos funcionários, 67% das empresas que já voltaram ao presencial responderam que passaram a contar com maior distanciamento entre as estações de trabalho. Das respondentes que retornaram parcialmente, 41% pretendem realizar testes regulares de covid-19 e outras 41% consideram o retorno gradual dos funcionários como medida eficaz. E das empresas que preveem o retorno até o final do ano, 11% esperam o retorno dos funcionários com a 1ª dose e outros 11% aguardam a reabertura dos escritórios após a imunização completa dos colaboradores.


Reabertura e retorno dos funcionários




Pós-pandemia
- Sobre a manutenção e mudança dos escritórios após a pandemia, 59% das empresas disseram que não vão reduzir o espaço atual, 22% pensam em ampliar a área e outros 19% consideram reduzir o ambiente do escritório em até 20%.Após o término da pandemia, a maioria das empresas participantes (44%) não pretende adotar o home office para o escritório administrativo. Quanto aos demais, 26% pretendem fazer rodízio constante de colaboradores, 22% apostam que algumas funções ficarão permanentemente em home office, e 7% pretendem manter essa possibilidade apenas um dia por semana.


As empresas participantes também avaliaram as funções que não podem ficar em home office permanentemente, entre elas: engenharia (100%); comercial (93%); novos negócios (81%); diretoria (81%); recursos humanos (74%); presidência (74%); projetos (63%); produto (63%); financeiro (59%); TI (56%); suprimentos (56%); relacionamento com cliente (56%); marketing (56%); secretariado (52%) e administrativo (44%).


Já as funções que podem ficar em home office de forma contínua, segundo a pesquisa, são: financeiro (33%); administrativo (33%); TI (30%); relacionamento com cliente (30%); projetos (22%); suprimentos (19%); recursos humanos (11%); produto (11%); marketing (11%); e novos negócios (4%).


Sobre avaliação do home office e os novos hábitos, 56% das empresas consideram como uma experiência positiva, 30% como neutra e 15% negativa. Com relação aos hábitos adotados na pandemia e que devem ser mantidos, as respondentes apontaram: venda online (78%); redução no número de viagens (74%); reuniões com grande número de pessoas de forma virtual (67%); realização de eventos virtuais (56%); espaçamento das estações de trabalho (44%); redução no número de visitas offsite (30%); home office permanente em alguns dias por semana (30%); rodízio de trabalhadores na sede física (26%); e estações de trabalho compartilhadas (22%).


Para o presidente da ABRAINC, Luiz França, o levantamento sinaliza o cenário atual e futuro das empresas do setor e ajuda a prever investimentos e adequações.




“Já era esperada uma mudança importante após o avanço da vacinação em todo o País. Os empresários precisam estar preparados para essas transformações e para a retomada do mercado como um todo”, afirma.



 

Mais Informações

FSB Comunicação

Luciana Ferreira

lucianaferreira@hotmail.com

(11) 99610-6498

Flávio Simonetti

flavio.simonetti@fsb.com.br

(11) 99393-2161

Compartilhar:

Notícias relacionadas

11 de março de 2026

Setor produtivo alerta para impactos da redução da jornada de trabalho em vídeo

Material assinado por mais de 125 entidades aponta que proposta pode elevar custos da construção e dificultar o acesso à casa própria

Categoria:
10 de março de 2026

Editorial: Redução da jornada de trabalho e os impactos negativos para a sociedade

A redução abrupta da jornada, sem ganho de produtividade, ameaça emprego, competitividade e o acesso à moradia

Saiba mais

9 de março de 2026

Mulheres à Obra 2026: setor da construção como aliado no combate à violência contra a mulher

Diante do avanço de casos de feminicídio no país, a quinta edição da campanha convida o setor a refletir sobre como contribuir para o enfrentamento à essa questão, r

Categoria:
25 de fevereiro de 2026

Estudo da ABRAINC sobre impactos do fim da escala 6x1 nos preços dos imóveis novos é destaque na imprensa


Categoria: