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31 de outubro de 2023

O que um banco faz em um hub de inovação para a construção civil?

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Cubo Construliving reúne startups e empresas do setor em busca de soluções para o futuro do construir e do morar. Saiba como o Itaú BBA contribui para a transformação digital do segmento.

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Quando se pensa na construção civil e na participação de instituições financeiras no setor, imediatamente associamos “financiamento” ou “crédito imobiliário” a essa relação. Acontece que a contribuição de um banco para o desenvolvimento desse segmento pode ir muito além dos aspectos financeiros.

Um banco pode, por exemplo, fazer com que mais players do setor adotem a inovação aberta como estratégia para seus negócios. Pode ainda estimular conversas e busca por soluções para desafios comuns aos diferentes membros desse ecossistema. Além disso, pode apoiar empresas na transição para um negócio mais verde e sustentável.

É isso que o Itaú BBA tem mostrado no Cubo Construliving como parte de sua contribuição para a transformação do setor.

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O que é o Cubo Construliving

Cubo Construliving é o nome do hub de inovação sediado no Cubo Itaú e que reúne representantes de todas as pontas do ecossistema de construção civil e moradia.

Lá, incorporadoras (EZTEC e MPD), fornecedores de materiais (Dexco, Gerdau e Saint-Gobain) e instituições financeiras (Itaú e Itaú BBA) buscam, com apoio de startups, trazer mais tecnologia e promover a transformação de um setor que pode ser bem mais digital.

Assim como outros hubs do Cubo, o Construliving também se apoia nessa conexão entre startups, grandes empresas, fundos de investimentos e outros agentes do ecossistema para encontrar as soluções, baseadas em tecnologia e inovação, que ajudem a resolver, ou ao menos mitigar, os desafios de modernizar um importante pilar da economia brasileira.

“Um dos nossos papeis aqui é atrair essas empresas para apoiar a inovação e conseguir trazer mais eficiência para a indústria e tornar a jornada imobiliária mais fluida e digital, semelhante ao que já acontece em outras indústrias”, diz Amanda Daud, ponto focal do Itaú BBA no hub de inovação.

Adaptar, inovar e direcionar: as três frentes de atuação do Itaú BBA no Cubo Construliving

No Cubo Construliving, o Itaú BBA cuida de tudo o que envolve crédito, investimentos e finanças e mira na evolução de seu portfólio de produtos e serviços que irão atender as demandas de hoje e do futuro das empresas de construção civil.

“Contribuímos para o hub, olhando a parte de financiamento para as incorporadoras, ajustando nosso modelo de negócio e entendendo como podemos adaptar nosso produto para como o mercado vai se desenvolver daqui para frente”, diz Nicholas Blasi, outro ponto focal do Itaú BBA no hub.

Mas além de aspectos financeiros, o Itaú BBA também atua em outras duas frentes. Uma delas é a promoção da inovação aberta como estratégia para seus clientes: “Atuamos como um advisor de nossos clientes”, diz Blasi.

Nessa jornada, em vez de somente mostrar o espaço físico do Cubo para empresas que tenham interesse em colocar em prática o conceito da inovação aberta, o Itaú BBA pratica a escuta ativa, a fim de entender a cultura de inovação da instituição e os desafios existentes, e estabelece conexão com startups residentes no Cubo que possam ter respostas para essas dores. “Com isso, agregamos valor a essa jornada, seja com a geração de negócios ou quem sabe? para contribuir com as pautas do hub”, explica Blasi.

A terceira frente de atuação do Itaú BBA no Construliving é no intercâmbio realizado com outros hubs existentes no Cubo, que são transversais ao setor de construção. “O que é um diferencial, já que temos acesso a soluções mais assertivas e que não teríamos caso não estivéssemos lá”, diz Daud.

Um exemplo dessa cooperação são as trocas realizadas entre Construliving e o Cubo ESG para adequar e desenvolver os produtos oferecidos para as incorporadoras que deverão atender uma realidade em que a sustentabilidade será regra, inclusive para a concessão de financiamento.

“Essa parceria nos auxilia no desenvolvimento de produtos mais verdes e no apoio aos clientes, para que eles se adequem a normas que no futuro serão o novo normal dos produtos”, afirma Blasi. “Queremos ser o banco que irá auxiliar a transição do modelo de negócio dos nossos clientes.”

Digitalização, desburocratização, descarbonização: desafios para revolucionar o setor

Pouco mais de seis meses depois do seu lançamento (em março de 2023), as empresas mantenedoras do Cubo Construliving identificaram três desafios do setor que podem ter a tecnologia como aliada na busca por soluções:

  • A digitalização do setor, em busca de uma jornada mais fluída (tanto pessoa física como jurídica).
  • A desburocratização do modelo de operação do mercado imobiliário.
  • A descarbonização da atividade.

Esses são os temas que norteiam os três grupos de trabalho (GT) que o Construliving planeja realizar. “Talvez não saia um produto, mas provavelmente vão sair soluções e governança para isso chegar ao mercado”, diz Daud.

O primeiro GT já realizado tratou sobre como a construção industrializada pode ajudar na descarbonização do setor, mitigando problemas de eficiência e de desperdício de materiais.

Nesse tipo de construção, tudo o que será utilizado na obra é fabricado na quantidade necessária e levado ao canteiro apenas para a montagem. Com isso, ganha-se celeridade e reduz-se a pegada de carbono.

O futuro da construção passa por uma transformação potencializada pela adoção de mais tecnologia e novas maneiras de se construir para atender as demandas do século 21. Tudo isso requer uma boa dose de inovação. É com essa visão que Itaú BBA, Itaú, Dexco, EZTEC, Gerdau, MPD e Saint-Gobain pretendem contribuir para realizar uma revolução na construção civil.

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