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7 de julho de 2023

Novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor nesta sexta-feira, 7 de julho

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Caixa prevê contratação de 555 mil imóveis pelo programa até o final do ano

As novas regras de financiamento para imóveis do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) entram em vigor nesta sexta-feira (07/07). A Caixa, agente financeiro do programa, prevê a contratação de ao menos 555 mil imóveis pelo programa habitacional até o fim do ano, sendo 440 mil moradias com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Entre as principais novidades está a ampliação do teto para famílias com renda de até R$ 8.000 financiarem um imóvel com uso do fundo de garantia. O maior valor do imóvel a ser financiado para esta faixa passou de R$ 264 mil para R$ 350 mil.

O subsídio para complementação da compra do imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou: de R$ 47,5 mil para R$ 55 mil. O valor é definido de acordo com fatores populacionais, sociais e de renda. Em geral, essa espécie de desconto é aplicada no momento da concessão do financiamento habitacional, reduzindo o valor total do empréstimo.

Para famílias das Faixas 1 e 2, com renda bruta mensal de entre R$ 2.640 a R$ 4.400, o limite do valor do imóvel passa a variar entre R$ 190 mil e R$ 264 mil, a depender da localidade.

De acordo com dados da Caixa, 92% dos municípios (5.137) tiveram algum incremento no teto, 91% dos municípios (4.968) contam com adicional superior a R$ 10 mil e 88% dos municípios (4.339), com valores acima de R$ 20 mil.

Dentro das novas condições está ainda a redução em 0,25 p.p. das taxas de juros oferecidas para famílias com renda de até R$ 2.000. Nas regiões Norte e Nordeste, passou de 4,25% para 4% a.a. e, nas demais regiões, de 4,50% para 4,25% a.a.

O novo Minha Casa, Minha Vida quer expandir o financiamento de obras de reparos e readequação de edifícios já existentes, técnica conhecida como retrofit. Para a aquisição destes imóveis, os tomadores dos recursos têm direito a um valor extra de 40% acima do teto.

Até o momento, foram 1.088 unidades contratadas nessa modalidade, que beneficia sobretudo prédios localizados em centros urbanos, como São Paulo. De acordo com a Caixa, cerca de 80% eram propriedades de entes públicos.

Fonte: Valor Econômico

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