ABRAINC NEWS

31 de julho de 2024

Mercado imobiliário de Fortaleza registra crescimento de 22% no VGV e valorização de 8% no preço do m2

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Preço médio do m2 vendido passou de R$ 9.926 para R$ 10.716 

O mercado imobiliário de Fortaleza registrou um crescimento no VGV (Valor Global de Vendas) das unidades vendidas no primeiro semestre de 2024 de 22% em comparação com o mesmo período de 2023, passando de R$ 1,8 para R$ 2,2 bilhões no período, de acordo com o levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), com base em dados da GeoBrain nos últimos 12 meses.

O VGV das unidades lançadas também teve um crescimento significativo, de 55%, passando de R$ 1,1 bilhão no primeiro semestre de 2023 para R$ 1,7 bilhão no primeiro semestre de 2024. Esses dados reforçam a tendência de crescimento do mercado imobiliário em Fortaleza.

Já o preço médio do metro quadrado vendido saltou de R$ 9.926 em junho de 2023 para R$ 10.716 em junho de 2024, um ganho de 8%. Além disso, o segmento Econômico liderou a participação do VGV médio vendido, alcançando 56%, uma elevação de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. O segmento de Luxo registrou uma participação de 25%, enquanto o segmento de Média e Alta Renda (MAP) ficou com 19%. 

Bairros tradicionais de Fortaleza, como Mucuripe, Cocó e Meireles, continuam a mostrar forte valorização. Mucuripe lidera com o preço médio do metro quadrado mais alto, atingindo R$ 20,1 mil, seguido por Cocó e Meireles, ambos com R$ 11,5 mil. Esses dados indicam uma demanda robusta por parte de um público com maior poder aquisitivo nessas regiões.

“Os dados sobre alta no VGV e preço do m2 em Fortaleza reforçam o potencial robusto de crescimento e valorização de novos lançamentos na cidade, consolidando-a como um polo atrativo e aquecido na Região Nordeste. Os indicadores também chancelam a capacidade da Construção Civil em Fortaleza de atender a diferentes perfis de consumidores e manter uma valorização crescente nos mais diferentes segmentos”, avalia Luiz França, presidente da ABRAINC.

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Luciana Ferreira

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