ABRAINC NEWS

12 de abril de 2023

Governo Federal quer unir estados e municípios para zerar entrada do programa MCMV

Compartilhar:

O ministro das Cidades, Jader Filho, falou dos planos do governo durante evento em São Paulo nesta terça (11).

Para expandir o Minha Casa, Minha Vida, o Governo Federal quer unir recursos com estados e municípios para zerar o valor de entrada dos imóveis para beneficiários do programa, principalmente para os beneficiários do "Faixa 1". A declaração foi feita pelo ministro das Cidades, Jader Filho durante evento da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) nesta terça-feira (11) em São Paulo.

De acordo com o ministro, muitas famílias têm condições de pagar as parcelas do financiamento que, segundo ele, costumam ser menores do que o que elas já pagam de aluguel, mas ficam travadas por conta do valor da entrada.

"O que nós vamos fazer é conversar com as prefeituras e os estados para aumentar o subsídio. No nosso entender, as pessoas têm condições de pagar as parcelas. O que elas têm dificuldade? Dar a entrada. Se a gente conseguir dar a entrada através de parcerias, ao invés de dar oportunidade só de entrar no Minha Casa, Minha Vida tradicional, vamos garantir que elas possam buscar outras alternativas", declarou.

Além das parcerias, o ministro disse que o governo estuda aumentar o número de parcelas para diluir o pagamento e também expandir o subsídio do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), principalmente para beneficiários da faixa 1 (famílias com renda de ate R$ 2.640).

"Dentro do próprio FGTS, hoje nós temos um modelo para poder atender o 'faixa 2' e o 'faixa 3' onde nós entramos com subsídio para poder fazer a entrada. A nossa ideia é que, nessa conjugação, a gente possa aumentar o subsídio. Que o que o FGTS que abrange as faixas 2 e 3 possa também atender o faixa 1. A maioria dessas pessoas não acessa os empreendimentos com FGTS porque não tem condição de dar entrada", afirmou o ministro.

Filho disse ainda que as dificuldades são maiores nas regiões Norte e Nordeste por um problema de mercado. Segundo o ministro, muitas empresas que construíram nas regiões norte, nordeste e periféricas do Brasil pararam de construir nos últimos 4 anos e saíram do setor. "Então, o desafio nessas localidades vai ser reaquecer o setor", afirmou.

Fonte: G1

Compartilhar:

Notícias relacionadas

9 de junho de 2026

ABRAINC apoia manifesto em defesa da PEC 12 do Trabalho Flexível

Entidade se junta a organizações que representam mais de 40 milhões de empregos no Brasil em apoio à modernização das relações de trabalho

<

Categoria:
29 de maio de 2026

Novas restrições no Campo de Marte podem gerar prejuízo de R$ 25 bilhões para São Paulo em dez anos

Estudo da ABRAINC em parceria com o Secovi aponta que mudanças na operação do aeroporto impactam 90% da produção imobi

Categoria:
28 de maio de 2026

ABRAINC participa de audiência pública no STJ sobre solução extrajudicial em ações de consumo

Tema 1396 discute se consumidores devem comprovar tentativa prévia de solução antes de ingressar com ação judicial

Categoria:
26 de maio de 2026

ABRAINC defende transição mínima de 60 meses para mudanças na escala 6x1

O presidente da ABRAINC, Luiz França, concedeu entrevista à CNN Brasil nesta segunda-feira (25/05) sobre os possíveis impactos da proposta de fim da escala 6x1 para o setor de incorporação imobiliária.

Na aval

Categoria: