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Desemprego recua para 7,7% no trimestre encerrado em setembro
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Taxa de desocupação é a menor desde fevereiro de 2015
De acordo com dados da PNAD Contínua, divulgados na terça-feira (31/10) pelo IBGE, a taxa de desocupação, que mede o desemprego no país, ficou em 7,7% no trimestre encerrado em setembro. Foi a menor taxa desde fevereiro de 2015 (7,5%).
Em relação ao trimestre de abril a junho, houve um recuo de 0,4 p.p., e queda de 1,0 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2022 (8,7%).
Já o número de ocupados atingiu um patamar recorde na série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012: 99,8 milhões de pessoas. Houve crescimento de 0,9% no trimestre (mais 929 mil pessoas) e 0,6% (mais 569 mil pessoas) no ano. A maior parte desse aumento no número de ocupados (587 mil pessoas) veio da categoria de empregados com carteira assinada no setor privado, que, com o acréscimo de 1,6%, chegou a 37,4 milhões de trabalhadores. Essa foi a única categoria investigada pela pesquisa que apresentou crescimento significativo. As demais permaneceram estáveis frente ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento dessa categoria foi de 1,1 milhão de pessoas (3,0%).
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 57,1%, crescendo 0,4 p.p. frente ao trimestre de abril a junho (56,6%) e ficando estável no ano.
O rendimento médio real das pessoas ocupadas cresceu 1,7% frente ao trimestre anterior, ficando em R$ 2.982, com crescimento acumulado de 4,2% no ano.
A Construção emprega atualmente 7,2 milhões de brasileiros, alta de 1,4% em relação ao último trimestre.
Redação ABRAINC, com informações do IBGE
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