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Desemprego mantém mínima histórica e atividade da construção apresenta alta, aponta Pnad Contínua
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A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre móvel encerrado em setembro, repetindo a mínima histórica do indicador, iniciado em 2012, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (31/10). O resultado representa uma queda de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (5,8%) e de 0,8 p.p. frente ao mesmo período de 2024 (6,4%).
O rendimento real habitual dos trabalhadores também apresentou avanço, atingindo R$ 3.507. O valor manteve estabilidade frente ao trimestre encerrado em junho e registrou crescimento de 4,0% em relação ao mesmo período do ano passado.
A população ocupada permaneceu estável em 102,4 milhões, mas ainda em nível recorde, crescendo 1,4% no ano (um avanço de 1,4 milhão de pessoas empregadas).
O número de trabalhadores empregados no setor privado atingiu 52,7 milhões no trimestre encerrado em setembro, o maior contingente da série histórica — ainda que sem variações significativas em relação às comparações temporalmente próximas.
Desse total, os empregados com carteira assinada (excluindo domésticos) chegaram a 39,2 milhões — novo recorde do IBGE — com estabilidade no trimestre e alta de 2,7% (mais 1 milhão de trabalhadores) em 12 meses.
Construção civil amplia número de ocupados
O segmento da construção encerrou o trimestre móvel de julho a setembro com 7,542 milhões de trabalhadores ocupados, número 2,3% superior ao observado no mesmo período de 2024.
Redação ABRAINC, com dados do IBGE
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