ABRAINC NEWS

5 de fevereiro de 2020

Copom reduz taxa básica de juros para 4,25% ao ano

Compartilhar:


Pela quinta vez consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (5) reduzir a taxa básica de juros, que passou de 4,5% para 4,25% ao ano.






Com a decisão desta quarta, a taxa Selic atinge uma nova mínima histórica. É o menor patamar desde 1999, quando o Brasil adotou o regime de metas para a inflação. O atual ciclo de queda da Selic se iniciou em julho do ano passado.




A medida já era esperada pelo mercado financeiro. Na semana passada, os analistas consultados pelo boletim Focus (pesquisa semanal do Banco Central) estimaram que a taxa Selic fosse reduzida para 4,25% a.a. e mantida assim ao longo do ano. A expectativa é que ela só volte a subir em 2021.





Em comunicado, o Copom indicou que deve interromper os cortes na taxa Selic."O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária. Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o Comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária", diz o texto.





"O Comitê enfatiza que seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano-calendário de 2021".


Selic e inflação





O Copom se reúne a cada 45 dias para definir a Selic, buscando o cumprimento da meta de inflação. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).





Quando a inflação está alta ou indica que ficará acima da meta, o Copom eleva a Selic. Dessa forma, os juros cobrados pelos bancos tendem a subir, encarecendo o crédito e freando o consumo, assim, reduzindo o dinheiro em circulação na economia. Com isso, a inflação tende a cair.





Se as estimativas para a inflação estiverem em linha com a meta, como ocorre no cenário atual, é possível reduzir os juros. Isso estimula a produção e o consumo.





A meta central de inflação para 2020 é de 4%. Como o sistema prevê margem de tolerância, a meta será considerada formalmente cumprida se ficar entre 2,5% e 5,5%. Para 2021, o objetivo central de inflação é de 3,75% (tolerância entre 2,25% e 5,25%).



Fonte: G1





Compartilhar:

Notícias relacionadas

10 de agosto de 2026

ABRAINC celebra marca de 100 associados em Reunião de Associados

Na última quarta-feira (05), a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) reuniu seus associados em sua tradicional Reunião de Associados. O encontro tem como

Categoria:
15 de julho de 2026

Pesquisa da ABRAINC é destaque em análise da Exame sobre uso de IA no mercado imobiliário

Levantamento realizado pela ABRAINC e  Brain Inteligência Estratégica mostra a percepção das empresas sobre os impactos da tecnologia nos negócios.

Estudo elaborado pela ABRAI

Categoria:
2 de julho de 2026

ABRAINC participa de evento da CAIXA sobre marco de R$ 1 trilhão em crédito imobiliário

Renato Lomonaco, diretor de Assuntos Econômicos  da ABRAINC, representou a Associação em painel sobre a trajetória da habitação no país

A ABRAINC participou,

Categoria:
30 de junho de 2026

ABRAINC reúne diretores técnicos para debater planejamento estratégico na produção

Encontro exclusivo para associadas reuniu representantes de cerca de 20 empresas e discutiu desafios, inovação, industrialização e gestão de obras em grandes empreendimentos

A ABRAINC realizou, no dia 2

Categoria: