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29 de abril de 2022

Com inflação em alta, investimento em imóvel é uma ótima opção para proteger o patrimônio

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O Brasil passa por um período de inflação em alta, e os investimentos em imóveis se mostram uma excelente alternativa para valorização do patrimônio com ganhos reais. Em momentos de incerteza econômica, ativos de renda variável apresentam volatilidade, enquanto os imóveis tendem a se valorizar.

O IPCA, que mede a inflação oficial do país, acumula alta de 11,30% nos últimos 12 meses. Já o Índice Geral do Mercado Imobiliário (IGMI-R/ABECIP) aponta para uma valorização de 17,43% nos preços dos imóveis nos últimos 12 meses. Ou seja, o retorno financeiro para quem investe em imóveis supera em mais de 6% a inflação do país.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os ganhos são ainda maiores, uma vez que os imóveis valorizam 20,74% na capital paulista, e 19,97% na capital fluminense, ainda de acordo com o IGMI-R dos últimos 12 meses.

Além do lucro com a valorização do patrimônio no médio e longo prazo, os ativos imobiliários têm baixo risco e permitem que o investidor possa usufruir também de retornos mensais com aluguel.

Por que comprar um imóvel?

Investimento seguro: menos impacto por crises financeiras. Em momentos de crise, quando ativos de renda variável costumam apresentar quedas, o preço dos imóveis costuma ser menos afetado e garante uma maior proteção contra a inflação.

Renda mensal via aluguel: proventos de aluguel podem ser uma fonte importante de complemento para a renda familiar. Em países desenvolvidos, como os EUA, muitos aposentados têm no aluguel a sua principal fonte de recursos.

Boa rentabilidade de longo prazo: Apesar de algumas oscilações, quando avaliado um período mais longo, de 10 anos, a valorização do imóvel é superior a aplicações em renda fixa. Isso garante um expressivo ganho patrimonial ao longo dos anos. Para exemplificar essa questão, estudo da ABRAINC, que avaliou o período de 2009 a 2019, mostra que a rentabilidade anual com imóveis foi de 15,3%, enquanto aplicações no CDB renderam 9,8% em média por ano nessa década analisada.

Redação ABRAINC

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