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Casa Verde e Amarela abre espaço para pequenas, médias e grandes empresas, diz Abrainc
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O novo programa habitacional — Casa Verde e Amarela — anunciado nesta terça-feira (25) agradou à Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). O programa vai substituir o Minha Casa, Minha Vida, em vigor desde que foi anunciado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2009.
“O momento permite a cobrança de juros mais baixos, o que fortalece o setor e nos permite crescer. Vinham sendo produzidas 300 e poucas mil unidades por ano. O novo formato vai possibilitar a produção de 500 mil unidades por ano”, diz o presidente do conselho da Abrainc, Rubens Menin. Na avaliação do empresário, haverá mais espaço para a atuação de pequenas, médias e grandes empresas.
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Rubens Menin, presidente do conselho da Abrainc, prevê crescimento na produção anual de unidades habitacionais — Foto: Claudio Belli/Valor
Luiz Antonio França, presidente da Abrainc, ressalta que 80% do déficit habitacional brasileiro se concentra no segmento de baixa renda. “O anúncio de hoje foi super positivo e aponta a importância que o governo está dando à habitação”, disse França.
O governo quer atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com o financiamento habitacional até 2024, uma expansão de 350 mil unidades, com o lançamento do Casa Verde e Amarela. O novo programa também está prevê a regularização fundiária, a reforma de moradias e a renegociação de dívidas de inadimplentes do Minha Casa, Minha Vida.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins destacou a possibilidade de produção de mais 350 mil unidades. “Achei bem interessante a forma e a estratégia de redução de juros”, diz Martins. O presidente da CBIC ressaltou também a renegociação de contratos da faixa 1 do programa habitacional para a conclusão de obras.
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