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Associadas ABRAINC lideram ranking Intec 2026 das maiores construtoras do país
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A edição 2026 do Ranking das 100 Maiores Construtoras do Brasil, divulgada pela INTEC Brasil, confirma um cenário de forte crescimento da construção civil nacional. Ao todo, as empresas listadas somam aproximadamente 82,7 milhões de metros quadrados em obras ativas, um dos maiores volumes já registrados pelo levantamento.
No topo do Ranking, as três primeiras posições são ocupadas por associadas ABRAINC:
- Direcional Engenharia (1º lugar – 5,6 milhões de m²)
- Pacaembu Construtora (2º lugar – 5,57 milhões de m²)
- Cury Construtora (3º lugar – 3,6 milhões de m²)
Outras associadas também se destacam entre as dez maiores do país:
- Construtora Tenda (6º lugar)
- Plano & Plano (8º lugar)
- Moura Dubeux (9º lugar)
O levantamento reforça que a escala é hoje o principal diferencial competitivo, com poucas empresas superando a marca de 5 milhões de m² e concentrando grande parte da produção nacional.
Do ponto de vista regional, o Sudeste lidera com folga, enquanto o Nordeste ganha relevância com a atuação da Moura Dubeux.
A análise por segmento confirma o predomínio do residencial, que seguem ampliando a oferta habitacional no país.
Leitura geral: um setor mais industrial e competitivo
Os dados do Ranking INTEC 2026 mostram um setor em clara evolução, marcado por:
- Produção em escala recorde (82,7 milhões de m²)
- Alta concentração entre grandes players
- Disputa acirrada nas primeiras posições
- Predominância do Sudeste
- Expansão gradual para novos mercados e nichos
Nesse contexto, o Ranking se consolida como uma importante ferramenta de análise do setor, oferecendo uma visão objetiva da capacidade produtiva das construtoras brasileiras e das tendências da construção civil.
Termômetro da economia real
Mais do que um retrato do setor, o Ranking INTEC funciona como um indicador direto da economia real. O volume de metros quadrados em construção acompanha de perto variáveis como crescimento do PIB, oferta de crédito imobiliário e confiança de investidores e consumidores.
Em outras palavras, quando o Ranking avança, a construção civil também cresce — impulsionando a geração de empregos, renda e desenvolvimento urbano. Quando desacelera, sinaliza, de forma antecipada, movimentos de retração econômica.
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