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aMORA permite “test-drive” de imóvel antes da compra
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Comprar um imóvel é um comprometimento gigante, tanto em valor financeiro, quanto em tempo e em mudança de vida. Afinal, o lugar onde se mora pode impactar a maneira como a pessoa vive. Com isso em mente, a startup brasileira aMora criou um modelo de financiamento que permite um “test-drive” de imóvel, ou seja, a pessoa pode experimentar o imóvel antes de comprá-lo. Pelo modelo, o usuário pode morar na residência por três anos, como se o estivesse alugando, e depois decidir se quer ou não assinar a escritura. Em um momento em que muito tem se falado sobre construções flexíveis, a ideia é um modelo flexível também de compra e aluguel de imóveis. Afinal de contas, uma pessoa tem exigências diferentes de moradia durante a vida. O público-alvo da aMORA são aquelas pessoas que não conseguem arcar com os 20% de entrada de financiamento para casas ou apartamentos. Além disso, eles ainda miram naqueles que querem fazer um “test-drive” no lugar antes de assinar a escritura. aMora: Test-drive de imóvel com “cashback” Mas, como funciona? O cliente escolhe o imóvel e paga 5% da entrada. A startup, então, compra o imóvel e o aluga para o cliente por no máximo três anos. No final de prazo, a pessoa pode optar por comprar, ou não, o bem. Caso ela goste do local e queira ficar, o dinheiro que ela pagou em aluguel passa a ser o valor da entrada na compra final. Quase como um “cashback” de cartão de crédito. Com o modelo, o morador ganha a flexibilidade para reformar o espaço como quiser, mas também desocupá-lo caso não tenha gostado tanto de ficar por ali. O modelo acaba atraindo quem quer reformar primeiro a propriedade antes de comprá-la. Além de funcionar como reserva para a entrada do financiamento. “Acreditamos que o financiamento e o aluguel atendem muito bem a algumas pessoas, mas queremos oferecer uma solução para quem está no meio do caminho”, disse o cofundador da empresa, Aram Apovian, em entrevista à revista Exame. Investimento de US$ 3,2 milhões A startup acabou de receber um aporte de US$ 3,2 milhões, cerca de R$ 16 milhões, em rodada liderada pelo Founders Capital (FGC). Com o aporte, o foco será crescer em tecnologia para as ferramentas de avaliação de imóveis e de perfis de risco dos usuários. A empresa ainda está finalizando um processo competitivo para levantar um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) de R$30 milhões, que será usado para aquisição de imóveis em conjunto com investidores. Fonte: Habitability
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