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ABRAINC e Associadas participam de webinar da Brain sobre Intenção de Compra de Imóveis
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O presidente da ABRAINC, Luiz França, e o diretor de Assuntos Econômicos, Renato Lomonaco, participaram do webinar ‘Como está a Intenção de Compra de Imóveis?’, realizado nesta quinta-feira (26/05) no YouTube da Brain Inteligência Estratégica. O evento teve picos de mais de 500 pessoas assistindo simultaneamente, e em toda a transmissão mais de 1,2 mil pessoas passaram pelo webinar.
Mediado por Fábio Araújo, da Brain, participaram Tatiana Cequinel, CEO da EMBRAED Empreendimentos; Patricia Valadares, diretora sênior de Desenvolvimento da GTIS Partners; e Gustavo Félix, diretor-executivo de Marketing e Vendas da RNI, as três incorporadoras associadas à ABRAINC.

No evento foi apresentada a pesquisa realizada pela Brain, em parceria com a ABRAINC, com 1182 pessoas entre abril e maio deste ano, para coletar dados sobre o panorama atual do setor imobiliário e exposição dos pontos decisórios dos consumidores brasileiros ao adquirirem seus imóveis, sobretudo pós-pandemia e como as incorporadoras podem atuar para oferecer produtos de acordo com as preferências, em cada segmento.
Imóvel como investimento
Os investidores mais jovens, com idades entre 25 e 34 anos estão, propensos a optarem por casas, terrenos ou apartamentos. Segundo a pesquisa, 83% acreditam que habitações são garantias de retorno financeiro. Os números sofrem uma ligeira variação, para 77%, quando observado os quem têm idade entre 35 e 54 anos, e 50% para os entrevistados com mais de 55 anos.
Gerar renda com locação é a prioridade para 43% dos homens e mulheres que pretendem colocar seu dinheiro no setor, contra 38% que escolhem garantir uma reserva de valor patrimonial. Outros 19% querem faturar com a valorização imobiliária e uma revenda futura.
Patricia Valadares, da GTIS, afirmou que em contrapartida aos compradores do segmento de Médio Padrão, mais comedidos, os consumidores do segmento de Alto Padrão tendem a investir na compra de imóveis como rendimento a médio prazo.
Tatiana Cequinel, da EMBRAED, destacou que por atuar em uma cidade turística como Balneário Camboriú, em Santa Catarina, a demanda por imóveis de segunda moradia é alta. Os clientes tem mais poder aquisitivo e adquirem os imóveis como investimento que por mais que usufruídos, se mantém como aposta de retorno financeiro.
Para Gustavo Félix, da RNI, com atuação mista, CVA e MAP, a relação planta e o preço percebido pelos clientes têm uma tendência de valorização. Os compradores percebem a capacidade de gerar valorização do imóvel ao longo do tempo de aquisição, moradia e revenda.
Localização como fator decisivo
Um dos fatores decisivos na escolha de uma nova casa ou apartamento é a localização. Para 45% dos entrevistados há uma clara necessidade de mudar, mas sem ir para muito longe ou mudarem de cidade. Optam por casas ou apartamentos na mesma localidade porém em bairros diferentes. Outros 39% preferem ficar no mesmo bairro. E, enquanto 13% optaram por mudar de cidade, uma minoria de 3% trocaria de estado.
Para o presidente da ABRAINC, Luiz França, a pesquisa confirma que os imóveis são identificados pelos brasileiros como um investimento de segurança que pode proteger o patrimônio da inflação, e também de rentabilização. "Os empreendimentos atraem cada vez mais compradores e investidores, que veem maior interesse neles em relação às aplicações financeiras tradicionais. Isso explica o fato de 34% dos entrevistados terem a intenção de comprar imóveis nos próximos 12 meses", finalizou.
Redação ABRAINC
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