A publicação reúne recomendações da Abrainc e iniciativas desenvolvidas pelas incorporadoras nos canteiros de obras por todo o País.

Volume lançado até novembro de 2016 é 16,6% superior ao mesmo período de 2015; vendas acumulam recuo de 8,8% no mesmo período. Acesse o estudo na íntegra.

Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, discorre sobre esse problema que se tornou tão grande para incorporador e comprador.

Veja aqui o Radar Abrainc-Fipe.

Vamos construir 2017. Clique e veja o manifesto de entidades representativas dos setores da incorporação imobliária e da construção civil

Ano também foi marcado pelo aumento nas entregas e queda no número absoluto de distratos face a 2015.

Veja aqui o Radar Abrainc-Fipe

Instituições representativas da indústria, comércio e serviços publicam manifesto conjunto em defesa de medidas que consideram primordiais para o crescimento sustentado do País.

No mesmo período de análise, a relação entre distratos e vendas do segmento atingiu o patamar de 51,0%

Abrainc publica manifesto contra paralisação do país

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC),
tem o prazer de convidar você para o Fórum LIG - O Novo Funding
do Mercado Imobiliário.

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29 de novembro de 2016

Novos dados do Radar Abrainc-Fipe apontam condições desfavoráveis de mercado em setembro

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Confiança tem melhora, mas demais indicadores da economia brasileira recuaram no período

O Radar Abrainc-Fipe de setembro mostra que as condições gerais do mercado imobiliário apresentaram nota média de 2,2 na escala entre 0 (menos favorável) a 10 (mais favorável), indicando deterioração das condições entre agosto e setembro. Trata-se do menor patamar da série histórica, que tem início em janeiro de 2004.

Apesar da ligeira melhora no ambiente macro – em específico, o indicador de confiança -, o mês de setembro foi marcado pela queda nos indicadores referentes ao crédito imobiliário (-0,2), demanda (-0,3) e ambiente setorial (-0,4).

Acesse a série histórica do estudo aqui.

Veja o Glossário do Radar.

Ao todo, cinco dos doze indicadores mantiveram-se nos níveis mais baixos da série histórica: emprego, massa salarial, atividade, preço dos imóveis e condições de financiamento. Em 2016, a nota média dada às condições gerais do mercado imobiliário acumula queda de um ponto, enquanto no horizonte dos últimos doze meses, observa-se um recuo de 1,3 ponto, refletindo o quadro restritivo do crédito, a retração da demanda e o recuo da atividade do setor.

Para o vice-presidente executivo da Abrainc, Renato Ventura, a situação econômica ainda mostra condições limitadoras para o mercado imobiliário. “Vemos que o desemprego ainda se mantém em nível elevado, o que reflete, por consequência, uma dificuldade de retomada da economia”, analisa o executivo. Para ele, as famílias terão mais confiança para voltar a assumir compromissos de longo prazo quando a economia começar a mostrar sinais efetivos de recuperação.

O diretor da entidade, Luiz Fernando Moura, explica que um dos fatores importantes para a melhoria do setor, e da economia em geral, é a confiança, porém não é o único. “O que vemos é uma pequena melhora nesse indicador que é muito relacionado ao encaminhamento das questões políticas no País, mas as questões econômicas precisam mostrar uma evolução positiva”, diz Moura.

Vale lembrar: Na dimensão “Ambiente Macro”, por exemplo, há informações a respeito de variáveis e condições macroeconômicas da economia brasileira, que são Atividade, Confiança e Juros. Já no Crédito Imobiliário, a análise é coberta pelos indicadores Condições de Financiamento, Concessões Reais e Atratividade do Financiamento Imobiliário.

Em relação à Demanda, são interpretados dados de Emprego, Massa Salarial e Atratividade do Investimento Imobiliário. Por fim, a dimensão Ambiente Setorial mostra as análises de Insumos, Lançamentos e Preço dos Imóveis.

Metodologia do estudo

O Radar Abrainc-Fipe combina doze índices dos setores imobiliário e econômico em quatro dimensões: ambiente do setor, ambiente macroeconômico, demanda e crédito imobiliário, com dados desde janeiro de 2004.

Cada um dos indicadores possui uma metodologia própria de cálculo, desenvolvida para capturar a relação (interpretação) desejada entre a sua média e as condições enfrentadas pelo mercado ao longo do tempo. Dessa forma, são atribuídas médias de 0 a 10 para cada indicador, de modo que é possível apresentar todos os doze indicadores na mesma escala de pontuação.

Ao longo do tempo, as médias dos indicadores exibirão um comportamento correspondente à variação das condições do mercado imobiliário, assim o nível pode indicar se o cenário atual está: favorável e/ou estimula a atividade do setor; próximo à tendência histórica ou ao esperado para o momento; ou compromete e/ou desestimula o setor.

A divulgação do Radar Abrainc-Fipe é mensal e as fontes de coleta de dados são públicas. No glossário e na apresentação anexos do estudo, é possível acessar a metodologia completa para maior detalhamento sobre a elaboração de cada um dos indicadores. Acesse os materiais: www.abrainc.org.br ou www.fipe.org.br .

Sobre a ABRAINC

A ABRAINC foi constituída em 2013 com o objetivo de levar mais eficiência à gestão, qualificar e aprimorar o processo da incorporação imobiliária. Atualmente a ABRAINC reúne 34 companhias de capital aberto e/ou com presença nacional/ relevância regional. Seu objetivo é representar essas empresas, fortalecendo o setor e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país e de suas cidades. A associação atua em defesa da responsabilidade socioambiental, da ética, da integridade e das conformidades técnica, fiscal e urbanística.

Entre os principais temas em debate atualmente na associação estão as questões referentes aos processos de incorporação, ao impacto dos empreendimentos nas cidades, à burocracia nas diversas fases do negócio, à produtividade do setor e à ampliação do crédito e do financiamento.

Fazem parte da ABRAINC a Alphaville Urbanismo, BSP, Bueno Netto, Brookfield, Canopus, Canopus Maranhão, Cury, Cyrela, Direcional, Econ, Emccamp, Esser, Even, EZtec, Gafisa, Pacaembu, Helbor, HM, MRV, Odebrecht Realizações, Namour, Niss, Patrimar, PDG, Plano & Plano, Rodobens, Rossi, Setin, Tecnisa, Tenda, Toledo Ferrari, Trisul, You. Inc. e Yuny.