A publicação reúne recomendações da Abrainc e iniciativas desenvolvidas pelas incorporadoras nos canteiros de obras por todo o País.

Ano também foi marcado pelo aumento nas entregas e queda no número absoluto de distratos face a 2015.

Abrainc publica manifesto contra paralisação do país

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ABRAINC NEWS#12

 

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4 de abril de 2014

O Custo da Burocracia no Imóvel

estudos

 

O Custo da Burocracia no Imóvel é um estudo sobre os impactos da burocracia na cadeia imobiliária na sociedade. O levantamento constata que o processo para a construção e aquisição da casa própria no Brasil aumenta em 12% o valor final do imóvel para o proprietário. Isso equivale a R$ 18 bilhões por ano, considerando-se a média de unidades novas entregues anualmente.

O material traz as principais barreiras regulatórias e burocráticas encontradas para o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários, mostrando, com números e exemplos, como o modelo atual de incorporação gera custos e prazos desnecessários, e como isso está refletido no preço para o consumidor. Resultado da parceria entre ABRAINC (Associação Brasileira das Incorporadoras), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e MBC (Movimento Brasil Competitivo), o material apresenta sugestões do setor para ampliar a eficiência da incorporação de empreendimentos e estudos de caso com modelos de fluxos ideais.

Os principais problemas constatados pelo estudo são: atraso na aprovação dos projetos pelas prefeituras, falta de padronização dos cartórios e falta de clareza nas avaliações das licenças ambientais. Além disso, é frequente ocorrer mudanças de leis que atingem obras já iniciadas, como alterações nos planos diretores e de zoneamento, por exemplo. O levantamento identifica 18 grandes entraves na construção de imóveis em todo o país.

Como solução, o estudo O Custo da Burocracia no Imóvel propõe a disseminação de boas práticas adotadas no país e no exterior. Elas envolvem simplificação dos processos de análise e aprovação dos projetos, informatização (como a adoção do registro do imóvel online, por exemplo), padronização e revisão das legislações municipais, estaduais e federais e antecipação dos financiamentos aos compradores.

A criação de um balcão único para receber projetos imobiliários, já adotado pela prefeitura do Rio de Janeiro, é uma das iniciativas que poderia ser implantada pelos demais municípios, segundo o estudo. Ela reduz a tramitação da papelada entre secretarias e simplifica a análise.

As soluções apontadas no levantamento, além de eliminar o custo da burocracia, podem reduzir o prazo de entrega dos imóveis praticamente pela metade: reduzindo de 60 meses, em média, para 32 a 38 meses.

Acesse aqui o estudo na íntegra